MITOS E VERDADES SOBRE O AUTISMO.

Muitas inverdades são ditas sobre o mundo dos autistas, seu comportamento e seus sentimentos. Mitos ditos por pessoas desinformadas que não conhecem e não compreendem os deficientes. Abaixo estão algumas dessas inverdades.

O MITO: Os autistas são super inteligentes
A VERDADE: assim como as pessoas normais, os autistas tem variações de inteligência se comparados um ao outro.è muito comum apresentarem níveis de retardo mental.

O MITO: Os autistas gostam de ficar sozinhos.
A VERDADE: os autistas gostam de estar com os outros, principalmente se sentir-se bem com as pessoas, mesmo que não participem, gostam de estar perto dos outros.Podem as vezes estranhar quando o barulho for excessivo, ou gritar em sinal de satisfação, quando seus gritos não são compreendidos, muitas vezes pensamos que não estão gostando.Tente interpretar seus gritos.

O MITO:os autistas não entendem nada do que está acontecendo.
A VERDADE: os autistas podem estar entendendo sim, nossa medida de entendimento se dá pela fala, logo se a pessoa não fala, acreditamos não estar entendendo, mas assim como qualquer criança que achamos não estar prestando atenção, não estar entendendo, de repente a criança vem com uma tirada qualquer e vemos que ela não perdeu nada do que se falou, o autista só tem a desvantagem de não poder falar.Pense bem antes de falar algo perto deles.

Fonte: www.maoamigaong.trix.net/mitoseverdades.htm



Escrito por Daniela Majori às 21h24
[ ] [ envie esta mensagem ]


INCLUSÃO DOS AUTISTAS NA SOCIEDADE.

Essa matéria instrui e "abre os olhos" dos familiares de crianças portadoras de deficiência, para seus direitos legais perante o Estado.
Não se pode falar em inclusão, sem lembrar ao menos um pouco, da parte legal que a envolve. Precisamos voltar à época do Brasil – Império, onde na Constituição de 1824, foi consagrado o direito à educação para todos os Brasileiros. Tendo esse direito se mantido nas Constituições de 1934, 1937 e 1946. Tendo ainda em 1948, a Declaração Universal dos Direitos do Homem, aprovada pela Assembléia Geral das Nações Unidas, onde se afirma o princípio da não discriminação e proclama o direito de toda pessoa à educação.

Entre as décadas de 50 e 60, surge a discussão sobre o conceito de Normalização, que faz com que a pessoa retardada (como se referia ao de déficit intelectivo) se assemelhe às condições normais de sociedade. A educação especial no Brasil começa a ter um cunho educacional, apesar de ainda manter características assistencialistas.

No ano de 1959 com a aprovação da Declaração dos Direitos da Criança, tem assegurado no seu capítulo 7º. , o direito à educação gratuita e obrigatória, ao menos em nível menos elementar. Em nossa atual Constituição (1988), esses direitos não só foram mantidos, como entendidos como sendo dever do Estado e da família, no seu art. 205. Temos ainda no Estatuto da Criança e do Adolescente, no seu art. 54 e 66, de forma mais específica assegurado o direito à educação, onde se faz referência aos Portadores de Necessidade Educacionais Especiais e seus direitos, não só a educação, como também ao trabalho.

A educação aparece como preocupação mundial no ano de 1990, durante a Conferência Mundial Sobre Educação Para Todos. Na Espanha, durante a Conferência Mundial de Necessidades Educacionais Especiais, foi aprovada a Declaração de Salamanca no ano de 1994, cujos princípios norteadores são:

- O reconhecimento das diferenças;
- O atendimento às necessidades de cada um;
- A promoção de aprendizagem;
- O reconhecimento da importância da "escola para todos";
- A formação de professores.
As grandes linhas estabelecidas pela Constituição, foram regulamentadas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação, Lei no. 9.394/96, onde pela primeira vez temos um capítulo (capítulo V) destinado à Educação Especial, cujos detalhamentos são fundamentais:
- Garantia de matrícula para os Portadores de Necessidades Educacionais Especiais, preferencialmente na rede regular de ensino;
- Criação de apoio especializado, para atender às peculiaridades dos alunos especiais;
- Oferta de educação especial durante a educação infantil;
- Especialização de professores.
Podemos observar a importância e urgência em aplicar esses textos legais, se levarmos em conta, que no Brasil apenas 3% dos P.N.E.E, têm acesso e permanência na escola, necessitando muitas vezes, recorrer aos Conselhos Tutelares, para fazer valer esse direito inquestionável.
Com a elaboração dos Parâmetros Curriculares Nacionais em 1997, onde se aborda a diversidade, temos a clara necessidade de adequar objetivos, conteúdos e critérios de avaliação, de forma a atender as peculiaridades dos alunos. Temos numa abordagem geral, o tema Interação e Cooperação, onde um dos objetivos da educação escolar é que os alunos aprendam a conviver em grupos, valorizando sua contribuição, respeitando suas características e limitações, e de forma mais específica, as Adaptações Curriculares Estratégias para Educação de Alunos com Necessidades Educacionais Especiais.

Porém com todas essas leis, adaptações e outras ações pensadas e elaboradas, é ainda muito pouco o que se oferece, na prática nos deparamos com muitos obstáculos, principalmente quando pensamos em relação ao aluno portador de autismo e outros transtornos invasivos do desenvolvimento. Quem está preparado para receber nossas crianças autistas? Quem conhece, ao menos um pouco, do que é ser autista? Ou ainda, quem conhece o autismo? Que criança poderá ser incluída e o que será oferecido às que não puderem ser?
E é por essas questões apresentadas acima que todos os familiares de crianças portadores de necessidades especiais, não só o autismo, devem conhecer essas leis para cobrar e fazer valer os seus direitos.

 



Escrito por Daniela Majori às 19h14
[ ] [ envie esta mensagem ]


DIFICULDADE DE RECONHECER VOZ ESTA NO CÉREBRO DO AUTISTA, DIZ ESTUDO.

As pesquisas científicas estão cada vez se aprofundando mais para conhecer melhor o autismo. É importante que todas as pessoas que convivem com um autista se informem dessas novas descobertas para entender o mundo desses deficientes, pois às vezes, para nós que olhamos de fora, fica difícil compreende-los.

Outro fato positivo nessas pesquisas é que se pode aperfeiçoar os métodos de tratamento dos autistas.

Um estudo publicado na revista científica "Nature Neuroscience", edição de agosto, revela uma incapacidade dos autistas em ativar as zonas do cérebro responsáveis pelo reconhecimento da voz, o que pode explicar parte das dificuldades que os autistas apresentam em se relacionar com o mundo exterior. Uma ou duas crianças em cada mil têm probabilidades de nascer com autismo.
Para identificar as bases cerebrais desta doença, os investigadores recorreram a imagens obtidas por ressonância magnética funcional.

A voz é um estímulo auditivo rico em informação sobre a identidade e o estado emocional do interlocutor, e desempenham um papel crucial nas nossas interações sociais.

Os cientistas registraram a atividade cerebral de cinco autistas adultos e de oito voluntários sãos enquanto ouviam seqüências de sons de vozes humanas (palavras, choros, risos ou cantos) e outros barulhos (animais, sinos, instrumentos musicais ou carros).
Nos autistas, as regiões do cérebro ativadas são exatamente as mesmas para vozes humanas e outros sons. "Os resultados revelam nos autistas uma ausência de ativação da área específica da percepção da voz", dizem os pesquisadores.
Além disso, questionados sobre o que haviam entendido durante o exame, os autistas reconheceram apenas 8,5% dos sons como voz humana --contra 51,2% do restante dos indivíduos--, confirmando sua fraca capacidade de reconhecimento de voz.
Uma pesquisa anteriormente realizada revelou nos autistas uma disfunção semelhante no reconhecimento de rostos.

"Estas anomalias do tratamento da voz e dos rostos sugerem que as dificuldades dos autistas em compreender o estado emocional dos outros e em interagir com eles poderão estar ligadas a uma deficiência na percepção dos estímulos sociais", concluíram os cientistas.
Essas novas descobertas permitirão a elaboração de estratégias de reeducação.

A pesquisa foi realizada em Orsay (França) pela equipe de Monica Zilbovicius, do Instituto Francês da Pesquisa e da Saúde) em colaboração com a Universidade de Montreal (Canadá).

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u12308.shtml

Escrito por Daniela Majori às 19h10
[ ] [ envie esta mensagem ]


QUER DISCUTIR SOBRE AUTISMO?

O site: http://www.autismo-br.com.br/home/Listbot.htm , disponibiliza a Lista de Discussão do Autismo Brasil, que é uma lista onde as pessoas se cadastram e podem mandar e receber mensagens dos outros membros da lista. Nesta lista você encontrará autistas, pais e parentes de autistas, profissionais das várias especialidades envolvidas na abordagem do autismo. Na lista de discussão sobre autismo na Web, você poderá participar de fóruns como por exemplo sobre os seguintes assuntos:

  • O que nos pediria um autista?
  • Sindrome de Asperger
  • Sustos inevitáveis
  • Posso ter um filho autista?

Participe você também desta lista e ajude a divulgar esse tema tão desconhecido e de tamanha importância que é o autismo.



Escrito por Nádia Moragas às 07h13
[ ] [ envie esta mensagem ]


RAZÕES PARA ESPERANÇA.

Muitos pais quando descobrem que seu filho é autista, cultivam durante algum tempo a esperança de que ele ira se recuperar completamente. Algumas famílias negam o problema e mudam de profissional até encontrar alguém que lhes dê um outro diagnóstico.

O autismo não tem cura, mas hoje, mais do que antigamente, há recursos para tornar as crianças autistas o mais independente possível. A intervenção precoce, a educação especial, o suporte familiar e em alguns casos medicações ajudam e aprimoram cada vez mais a educação dos autistas. O tratamento contínuo e a educação especial podem expandir sua capacidade de aprendizado, comunicação e relacionamento com os outros, enquanto diminui a freqüência de crises.

O segredo é não desanimar. Enquanto a cura não é encontrada, a melhor forma de desenvolvimento do autista é o tratamento contínuo e ininterrupto. É uma tarefa difícil, mas muitas vezes compensadora, o exemplo está em muitos autistas que tem suas capacidades muito bem desenvolvidas, devido a muito esforço das pessoas que o cercam.

FONTE: www.psicosite.com.br/tra/inf/autismo.htm



Escrito por Nádia Moragas às 22h31
[ ] [ envie esta mensagem ]


INFLAMAÇÃO NO CÉREBRO E AUTISMO TÊM LIGAÇÃO.

Foi publicada no site da BBB Brasil.com, dia 15 de novembro de 2004, uma notícia sobre uma descoberta que cientistas fizeram sobre o que causa o autismo. Essa notícia nos mostra que pesquisas são realizadas freqüentemente e que novas descobertas estão sempre sendo feitas, por isso devemos sempre estar atentos, pois descobrindo as causas é um passo dado para que se descubra a cura e a prevenção.

Cientistas americanos anunciaram ter descoberto sinais convincentes de que o autismo, em alguns casos, tem ligação com uma inflamação do cérebro. Segundo os estudiosos da Universidade Johns Hopkins, certos elementos do sistema imunológico que provocam inflamações costumam ser ativados por pessoas que têm a desordem neurológica.

Nos últimos anos, foram descobertos indícios científicos de irregularidades imunológicas em crianças com autismo, mas, até agora, nenhum estudo havia confirmado isso. Nesse novo estudo os cientistas buscaram esclarecer a relação entre as duas coisas não analisando o sistema imunológico como um todo, mas componentes imunológicos presentes dentro do sistema nervoso.

Foram examinadas mostras de tecido cerebral de 11 autistas, entre cinco e 44 anos, que já haviam morrido, e foram comparados com os cérebros de pessoas sem a anomalia. Os dos autistas apresentaram padrões anormais de proteínas ligadas ao sistema imunológico e associadas a inflamações. E também foram colhidas mostras de liquor cerebroespinal de seis crianças autistas e foi contatada uma alta concentração de uma dessas proteínas, as citoquinas.

Os estudiosos acreditam que um dia seja possível desenvolver uma forma de diagnosticar o autismo com base em sinais de inflamação, e que o tratamento poderia reduzir os sintomas do autismo.

No entanto, o doutor Andrew Zimmerman, um neurologista pediátrico do Instituto Kennedy-Krieger da cidade de Baltimore que participou do estudo, disse que é possível que a inflamação seja resultado de uma tentativa do cérebro de combater alguma outra anomalia que estava causando danos a suas células.

Fonte:www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2004/11/041115_autismorg.shtml



Escrito por Nádia Moragas às 22h29
[ ] [ envie esta mensagem ]


O QUE CAUSA O AUTISMO?

O que causa o autismo? Esta é uma pergunta que nem os médicos e os cientistas podem responder. A causa do autismo é desconhecida, por isso a importância em conhecer as causas gerais das deficiências, como, por exemplo, deficiência física, mental, visual e surdez.

Causas Pré-gestacionais: são os fatores genéticos e hereditários, onde a possiblidade de ocorrer a doença está nos genes dos pais.

Causas Pré-natais: são aquelas que ocorrem no útero materno. Pode-se citar:

- Idade da mãe: mães com menos de 20 e mais de 35 anos tendem a gerar um maior número de filhos com deficiência.

- Multiparidade: mulheres com 5 ou mais partos tendem a ter bebês de baixo peso e maior incidência de complicações na gravidez.

- Intervalo gestacional: intervalo de menos de 2 anos entre uma gravidez e outra pode provocar crianças de baixo peso ao nascer, e comprometimentos motores e intelectuais.

- Fator RH: atinge os fetos com RH+, quando as mães são RH-, podendo causar abortos ou deficiências.

- Pressão alta: prejudica o feto e é a maior causa de morte materna no Brasil

- Rubéola: pode ocasionar síndrome caracterizada por defeitos nervosos e mentais, oculares e auditivos, cardiovasculares. Deve-se identificar e vacinar a mulher susceptível de adquirir a rubéola antes da concepção, já que não existe tratamento para evitar o dano no bebê da grávida infectada.

- Sífilis: manifesta-se de forma precoce (até os 6 meses de idade) ou de forma tardia (após os 2 anos). Na sífilis precoce acontecem lesões neurológicas, oftalmológicas, ósseas e de pele. Já na sífilis tardia, ocorrem anomalias dentárias.

- Drogas: tanto os medicamentos como os tóxicos, sendo os mais consumidos os analgésicos, diuréticos, antibióticos e tranquilizantes.
Entre os tóxicos de maior uso destacam-se o fumo e o álcool. Além da maconha, cocaína, barbitúricos e anfetaminas, que elevam as complicações durante a gravidez, com possibilidade do nascimento de crianças com sérios problemas neurológicos.
Os medicamentos e os tóxicos podem atingir o bebê através da placenta ou do leite materno.

Causas Peri-natais: atingem o bebê durante ou imediatamente após o parto.

Causas Pós-natais: ocorrem após o nascimento.

 OBSERVAÇÃO: No Brasil, o maior índice de mortalidade e de deficiência infantil se origina das causas pré-natais e peri-natais. Para que atinja seus objetivos, o exame pré-natal deve se iniciar nos primeiros 3 meses de gestação

 É importante conhecer e fazer o máximo para evitar essas atitudes de risco. 



Escrito por Daniela Majori às 15h41
[ ] [ envie esta mensagem ]


AUTISMO TEM CURA?

Não se pode falar em cura para o autismo. O indivíduo autista pode ser tratado e desenvolver suas habilidades de uma forma muito mais intensiva do que outra pessoa que não tenha o diagnóstico e então assemelhar-se muito a essa pessoa em alguns aspectos de seu comportamento, mas sempre existirá sua dificuldade nas áreas característicamente atingidas pela síndrome, como comunicação, interação social, etc. De acordo com o grau de comprometimento, a possibilidade de o autista desenvolver comunicação verbal, integração social, alfabetização e outras habilidades relacionadas dependerá da intensidade e adequação ao tratamento. Mas é intrínseco à sua condição de autista que ele tenha maior dificuldade nestas áreas do que uma pessoa "normal". No entanto, superar a barreira que isola o indivíduo autista do "nosso mundo" não é um trabalho impossível. Apesar de manter suas dificuldades, o indivíduo autista, dependendo do grau do comprometimento, pode aprender os padrões "normais" de comportamento, exercitar sua cidadania, adquirir conhecimento e integrar-se de maneira bastante satisfatória à sociedade.

                                           

                                                                      Foto de Master File/AGB



Escrito por Nádia Moragas às 08h17
[ ] [ envie esta mensagem ]


HISTÓRICO DO CONCEITO DE AUTISMO.

Em 1943, Kanner estudou e descreveu a condição de 11 crianças consideradas especiais. Nessa época, o termo Esquizofrenia Infantil era considerado sinônimo de Psicose Infantil porém, as crianças observadas por Kanner tinham características especiais e diferentes das crianças esquizofrênicas. Elas exibiam uma incomum incapacidade de se relacionarem com outras pessoas e com os objetos. Concomitantemente, apresentavam desordens graves no desenvolvimento da linguagem.

A maioria delas não falava e, quando falavam, era comum a ecolalia, inversão pronominal e concretismo. O comportamento delas era salientado por atos repetitivos e estereotipados; não suportavam mudanças de ambiente e preferiam o contexto inanimado. O termo autismo se referia à características de isolamento e auto-concentração dessas crianças, mas também sugeria alguma associação com a esquizofrenia.

No final da década de 70 Rutter descreveu o Transtorno Autista como sendo uma síndrome caracterizada pela precocidade de início e, principalmente, pelas perturbações das relações afetivas com o meio. Dizia que o autista possuía uma incapacidade inata para estabelecer qualquer relação afetiva, bem como para responder aos estímulos do meio. Daí em diante, vários pesquisadores foram revelando uma distinção cada vez mais evidente entre o autismo e a esquizofrenia.

O próprio Kanner viria a reconhecer que o termo autismo não deveria se referir, nestes casos, à um afastamento da realidade com predominância do mundo interior, como se dizia acontecer na esquizofrenia. Portanto, mesmo para ele não haveria no autismo infantil um fechamento do paciente sobre si mesmo, mas sim, uma tipo particular e específico de contato do paciente com o mundo exterior.

Na década de 50 os autores norte-americanos, por mero pudor da palavra psicose, denominavam essas crianças como crianças atípicas ou possuidoras de um desenvolvimento atípico ou excepcional. A partir da década de 60 definiu-se as psicoses infantis em dois tipos, as psicoses da primeira infância e as psicoses da segunda infância. Dentre as psicoses da primeira infância foi colocado o Autismo Infantil Precoce. Portanto, foi entendido como um transtorno primário, diferente das outras formas de transtornos infantil secundários à lesões cerebrais ou retardamento mental.

Na Europa, notadamente na França, o conceito de Esquizofrenia Infantil foi substituído pelo conceito de Psicose Infantil, bem onde se enquadra o Autismo. Portanto, também para os franceses, o Autismo Infantil é uma psicose. Mais precisamente, o termo psicose infantil precoce se aplica às psicoses que se iniciam na primeira infância, enquanto a Esquizofrenia Infantil, propriamente dita, ficou reservada aos quadros com início mais tardios, porém, que surgem depois da criança Ter passado por um desenvolvimento relativamente normal.

Texto retirado do site: http://www.psiqweb.med.br/infantil/autismo.html



Escrito por Nádia Moragas às 08h10
[ ] [ envie esta mensagem ]


ATIVIDADES DA AMA ABC.

Alunos realizando série de exercícios na educação física da ONG

A AMA-ABC oferece aos seus alunos uma série de atividades tanto dentro da instituição quanto fora. De segunda a sexta,exceto as quartas feiras, os alunos fazem uma caminhada ou no parque mais próximo ou até mesmo nas redondezas da ONG. Na quarta-feira os alunos vão nadar na piscina do Céu Meninos em Santo André, que foi cedida através de um vereador da cidade que também disponibilizou uma van que realiza o transporte. "Tanto as caminhadas quanto a natação são meios que utilizamos para tentar socializar e incluir o autista na sociedade" disse a diretora da AMA, Elizalma. 



Escrito por Nádia Moragas às 10h48
[ ] [ envie esta mensagem ]


SAIBA MAIS SOBRE A AMA DO ABC.

 

  

A AMA (Associação dos Amigos Autistas) de Santo André iniciou o seu trabalho em agosto de 1986, porém antes disso, durante 10 anos, apesar das dificuldades as famílias se encontravam nas casas dos próprios familiares para trocar suas experiências.

A Prefeitura de Santo André  percebendo a necessidade que essas famílias tinham de se encontrar cedeu a Câmara Municipal da cidade para a realização dos encontros.

As famílias dos portadores do autismo eram de todo o ABC, porém o maior número de autistas era de Sto.André. Mais tarde a prefeitura cedeu a casa onde a ONG encontra-se hoje.

A AMA iniciou suas atividades com apenas 4 portadores da deficiência pois as famílias eram carentes e não tinham condições de pagar pelas atividades que ali seriam fornecidas e nem pelo tranporte.

A ONG sabendo da dificuldade que os famíliares tem em mantêr seus filhos na instituição não cobra uma taxa específica, os pais colaboram com o que é possível. Hoje a AMA auxilia 12 autistas mas apenas 3 deles pagam o que seria a mensalidade.

A estrutura da instituição é muito simples e eles não dispõem de muitas tecnologias para auxiliar na educação dos autistas, além do que os familiares estão envolvidos nas atividades, auxiliando como por exemplo na cozinha e etc.

 



Escrito por Nádia Moragas às 20h32
[ ] [ envie esta mensagem ]


INCENTIVO E EXEMPLO PARA TODOS OS AUTISTAS.

 O Public Online, Jornal Público da Internet, publicou uma matéria, no dia 14 de Novembro desse ano, que serve de exemplo para autistas do mundo todo. É um incentivo para a luta diária desses deficientes e de suas famílias que buscam sempre o progresso e nunca vêem resultados. Por mais tarde que seja, esses resultados do progresso podem aparecer.

 "Gênio Autista Que Inspirou ‘Rain Man’ Está a Ser Estudado pela Nasa" é o título da matéria que fala do contínuo progresso de Kim Peek, 53 anos, o gênio autista que inspirou a personagem interpretada, em 1988, por Dustin Hoffman no filme "Rain Man - encontro de Irmãos" de Barry Levinson.

Para compreender melhor o seu cérebro, cientistas da Nasa passaram a estudá-lo, pois ele não só possui capacidades únicas, como também parece estar mais inteligente à medida que envelhece.

 Ele foi submetido a uma série de exames que serão comparados aos resultados de exames feitos há 16 anos por Dan Christensen, neuropsiquiatra da Universidade do Utah, para saber o que mudou no cérebro do gênio desde então.

 Parece que à medida que os anos passam Kim fica mais inteligente nas áreas em que é especialista (História, literatura, geografia, desporto, música, números e datas estão entre os 15 temas que domina). O pai de Kim, Fran Peek explica que o filho passa as tardes na bibliotece de Salt Lake City, e que ele já memorizou nove mil livros e algumas listas telefônicas, em contrapartida ele continua a precisar de ajuda para as tarefas mais simples, como vestir-se sozinho.

 Depois do sucesso de "Rain Man", a vida de Kim mudou substancialmente. Segundo o livro "The Real Rain Man" escrito por Fran Peek, o gênio autista tranformou-se em uma espécie de "porta-voz das pessoas com necessidades especiais", e a mensagem que o acompanha e que já terá falado para mais de dois milhões de pessoas é simples: "Toda gente é diferente". Kim Peek começou a viajar e dar conferências, o que no início não foi fácil, pois ele era tímido e inseguro, mas com o tempo foi desenvolvendo suas capacidades sociais e hoje fala tranqüilamente perante uma platéia.



Escrito por Daniela Majori às 15h38
[ ] [ envie esta mensagem ]


CONFERÊNCIA SOBRE AUTISMO

Nos dias 11 e 12 de dezembro, a Escola Paulista de Medicina estará realizando uma importante conferência sobre os tratamentos biológicos do autismo e problemas metabólicos relacionados ao tema e transtornos de desenvovimento. Os participantes terão a oportunidade de perguntar e fazer intercâmbio de opiniões e experiências.

Conferência Internacional sobre Tratamentos Biológicos do Autismo e Transtornos de Desenvolvimento:

Auditório Marcos Lindemberg, Rua Botucatu, 862- Vila Clementino/SP.

Participe deste importante evento!

Para mais informações acesse o site: www.gpl4u.com/portuguese/conferencia ou entre em contato pelo fone: 6914-0130 ou 9351-5834 falar c/ Helio Paiva (helio.paiva@terra.com.br).



Escrito por Nádia Moragas às 10h07
[ ] [ envie esta mensagem ]


AMA DE RIBEIRÃO PRETO

A AMA de Ribeirão Preto (SP) fundada em 1988 com o objetivo de criar programas educacionais de adaptação e integração social a crianças autistas, realiza atividades como oficinas de montagem de cadernos e agendas, oficina de silk screen e oficinas de cartões de Natal. Para o final do ano os alunos da AMA prepararam com muita emoção uma série de Cartões de Natal que podem estar sendo adquiridos.Caso haja o interesse, entre em contato como a AMA através do e-mail: ama.rp@convex.com.br

                 

Vale apena entrar no site oficial da AMA-RP para conhecer esse bonito trabalho por ele realizados. www.amaribeirao.org.br



Escrito por Nádia Moragas às 09h43
[ ] [ envie esta mensagem ]


ALTERNATIVAS PARA CONHECER O AUTISMO

Para você que gostaria de saber um pouco mais sobre o autismo, estarei disponibilizando uma lista de livros e de filmes que concerteza valem apena de ser vistos.

Livros:

Autismo - E. Christian Gauderer

Autismo: Trabalhando com a Criança e a família - Eliana R. B. Lopes

Autismo Infantil - José Salomão Schwartzman

Autismo e outros atrasos do desenvolvimento - E. Christian Gauderer e colaboradores

Um antropólogo em Marte - Oliver Sacks

Filmes:

Rain Man - com Dustin Hoffmann e Tom Cruise

Código para o inferno - com Bruce Willis e Alec Baldwin

Retratos de família - com Kira Sedgwick e Dermond Mulroney

Meu filho, meu mundo - com James Farentino e Kathryn Harrold

Dançando no Escuro - com Björk - *prêmio festival de Cannes 2000

Experimentando a Vida (Molly)

O Segredo de Adam



Escrito por Nádia Moragas às 09h28
[ ] [ envie esta mensagem ]


[ ver mensagens anteriores ]
 

Quem somos:

Daniela Majori - 18 Nádia Moragas - 18 

Estudantes de Jornalismo - Umesp



Histórico
21/11/2004 a 27/11/2004
31/10/2004 a 06/11/2004
24/10/2004 a 30/10/2004
03/10/2004 a 09/10/2004
12/09/2004 a 18/09/2004




Votação
Dê uma nota para
meu blog



Outros sites
 Autismo
 Olha o respeito!
 AMA
 ABRA





O que é isto?